Amados gatos - todo o mundo os ama - excepto quem tiver um coração insensível ou não os entenda. Eis a minha contribuição e apreço para essas maravilhosas criaturas de Deus. Bem hajam, queridos bichanos!

27
Jan 12

Queridos amigos,

Andei sumida porque estava às voltas com o meu Honey, esse gato lindo aí da tag.

Ele ficou muito doente e partiu. Estava tão tristinho nos últimos dias... Foi partindo devagarinho... dia a dia...

Não abria mais armários ou amontoava os tapetes e nem "regava" as plantinhas quando passeava no jardim.

Triste ver quem a gente ama se esvaindo assim diante dos olhos.

Aqueles olhos azuis me olhavam ternamente, e me diziam que era hora dele se despedir de mim.

Por mais de 12 anos andamos juntos, nos divertimos e nos fizemos companhia um ao ou outro nos momentos alegres ou tristes.

Era arteiro por mais da conta.

Quando saía do gatil pela manhã. nunca vinha direto pra dentro de casa. Sempre me fazia correr atrás dele em volta do jardim. Por certo sabia que eu precisava de exercício.

Tinha os dias que ele pulava o muro e ia passear no vizinho, aquele danado.

Eu tinha que colocar escada e ficava pendurada no muro chamando-o que nem doida.

Ele vinha correndo com os pelos ouriçados e aquele rabo espanando pra tudo quanto era lado e corria pra dentro de casa com a cara mais lavada desse mundo.

Sentava ofegante de um lado e eu de outro.

Depois levantava e ia afiar as unhas no tapete da sala e correr para escorregar em cima dos tapetes.

Era lindo o meu Honey.

Também tenho o Flokinhu que é irmão dele, mas a personalidade do Honey o fazia se sobressair em tudo.

Depois de comer, beber a água e ele ia em cima da minha cama e ficava que nem um bichinho de pelúcia esticadão na colcha, junto com o irmão dele.

Muitas vezes eles vinham os dois e ficavam queriam subir na mesa do pc e eu ficava apertadinha por aqui teclando e eles observando e me acarinhando.

À tarde, quando ia dar uma esticada no sofá da sala, ligava a tv e podia esperar: logo vinham os dois e ficavam deitados em cima de mim, no meu peito, ou nos meus pés, fazendo-me companhia.

O Honey, sempre mais carente queria ficar na altura do rosto. Parecia que queria entrar em mim...

Olhem, tenho mais gatinhos (meu marido já tratou de me trazer mais pra que eu cuide e o esqueça mais rapidamente). Tenho ainda o Flokinho que já tem 11 anos, branquinho que nem bola de neve. Ele procura o irmão por todo canto da casa. E se deita bem juntinho de mim, me consolando.

Tenho também uns tantos de gatos pelo quintal que são um tanto selvagens e não se deixam tocar.

Mas o Honey era especial e estou triste ainda... Lembro dos olho azuis... tão azuis quanto o céu para onde ele deve ter ido...

Ainda estou triste...

beijosssss

Odete Ronchy Baltazar

LauraBM às 00:08
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