Amados gatos - todo o mundo os ama - excepto quem tiver um coração insensível ou não os entenda. Eis a minha contribuição e apreço para essas maravilhosas criaturas de Deus. Bem hajam, queridos bichanos!

15
Abr 10

(História verídica duns sortudos que possuem agora um belo lar na casa da minha amiga brasileira Isa Marlene, em Porto Alegre-Brasil)

GepetoeNegrucha_IsaMarlene.jpg 

 

Eram olhares famintos
E miados constantemente
Um casal de negros felinos
Vigiavam tardes de Julho!
Alguém os notara aflitos
E lhes oferecera um lugar decente
Que os tirassem de entulhos!
                 ****
Vieram ariscos pelo descaso!
Mas o carinho foi mais ousado
Os fizeram calmos num pouco prazo!
E logo após foram baptizados!
                 ***
(Gepeto) eu não sei porque...
Como uma luva serviu ao macho!
( G ) de gato...( peto ) mimo de preto
E ele gostou do nome...Eu acho!
                      ***
(Que Pinóquio... Não lhe apague o facho!) *****.
                      *****
( Negrucha )... A fêmea pretinha
Da prenhez, teve cinco bichanos!
À sua prole exigiu novos lares
Que os livrassem de abandonos
E agora castrada, troca olhares
E acarinha os novos donos!
                   ****
Felizes agora...
Só o ciúme atrapalha
Se Gepeto brinca e rola
A Negrucha tapeia e ralha!
                    ****
25/02/2010
Isa Marlene (Brasil)

LauraBM às 16:21
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10
Abr 08

Mateus_Kity.jpgAqui estou eu, mais uma vez, a escrever-lhe umas palavrinhas e envio também uma foto da kity a melhor amiguinha do Mateus. Desde que ele partiu é assim, passa os dias triste e quando eu chego a casa, muito carente.
Laura devo dizer que a Kity é uma gatinha tripé, não sei bem o que lhe aconteceu sei que em finais de Julho de 2006, passei á porta da veterinária de família umas 3 vezes em dias diferentes claro.
E na vitrina via sempre aquele gatito preto para adopção até que um dia entrei para comprar comida para o MATEUS, ele tinha de fazer uma alimentação cuidada visto ter cálculos renais.
Olhando para a empregada fiz o seguinte comentário: Coitadito,  vê-se mesmo que é preto,  ninguém o quer.  Já o vejo aqui, pelo menos á 2 semanas. E a srª disse: - Não é só o facto de ser preta, pois é uma menina, mas tem falta de uma patinha traseira.

Laura devo dizer que não segurei as lágrimas e de imediato disse que ficava com ela.
Quando no dia a seguir fui falar com a veterinária esta disse-me que ficou contentíssima quando soube quem tinha levado a sassi como ela lhe chamava.
E contou-me que a Kity tinha lá chegado acompanhada de um casal, com a patinha simplesmente presa por um tendão, e que o dito casal lhe pediu que a abatesse. A Drª recusou e disse que a gatita só tinha a patinha naquele estado, não era caso para ser abatida.

Certo é que hoje vive comigo e, mesmo sem uma patinha, faz tudo o que os outros fazem: sai á rua sobre minha supervisão, vai ao areão e sobe para a minha cama, pois desde que o Mateus partiu é a minha companheira das noites, sempre com ar muito triste.
Devo acrescentar que no dia em que o Mateus partiu, ela teve perfeita consciência que ia ficar sem o amiguinho pois teve 40 de febre e costuma dar miados como se do seu amiguinho andasse á procura.

Foi mais uma história da minha vida que quis partilhar consigo nesta noite fria e triste. Devo dizer também,  Laura, que todos os animais que possuo eram abandonados mas hoje têm a sua casinha aqui comigo, que os adoro, embora o meu anjo Mateus já tenha partido.
Espero não maçá-la, uma boa noite e beijinhos.
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25/02/2008
Ana Parreira

Ainda há quem tenha um coração tão doce como o mel. A Ana não resistiu e levou com ela a gatinha tripé. Bem que ela sabia como ia ser difícil encontrar-lhe um lar.
É assim amigos, quem gosta, gosta sempre. Eu e a Ana amamos gatos!
------------
Laura

LauraBM às 22:06
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10
Abr 07

gataegato.jpgNuma chácara onde morei, a gata nunca desmamou seu gato, mesmo quando ele se tornou adulto e ela já não tinha leite.
Num dia qualquer, ela deu à luz quatro gatinhos.
A essa altura, ela já estava morando em outra casa, mas vinha dar todo o seu leite, que agora tinha, para o seu amado filhão.
Um garoto vinha buscá-la à força para que os filhotes não morressem de fome.

Não sei se essas estranhezas acontecem devido à domesticação de animais, ou se também podem acontecer na vida selvagem.

Não sei.
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20/07/2006
Ana Suzuki

LauraBM às 00:56
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15
Abr 06

gato_vcvem.jpgComo todo mundo, você quer brincar, curtir a vida, experimentar coisas novas...
Conhecer gente legal, fazer bons amigos, encontrar o emprego ideal, um grande amor...
Ser feliz...

Quem não quer?

De preferência, sem correr risco de se machucar, ter decepções ou mágoas.
Ainda por cima, com a garantia de não pagar mico por ser rejeitado, ignorado, traído e outros-ados-e-idos.
Onde obter essa garantia, se até Deus já avisou para cada um fazer a sua parte? (rs).
Como é que fica?
Alguém falou: querer é fazer.
Mas, apesar da vontade, podemos apresentar uma montanha de justificativas para não sair do lugar e permanecer na inércia.
Por que existe uma distância enorme entre o que planejamos e o que, efectivamente, conseguimos realizar?
Na maioria das vezes, não é a falta de talento ou de habilidade que cria os impedimentos.
Quem atrapalha a vida da gente é o pequeno limite que nos  concedemos: a propriedade reconhecida em cartório pessoal. Aquele território, em  que nossos olhos, conhecimentos ou sentidos alcançam.
Como no mundo animal, o espaço é demarcado por nosso "xixi mental".

Êta, mundinho apertado!!!!
Vamos cair na vida?
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15/10/2004
Ângela Moura (Angel)
www.angelamoura.com

LauraBM às 17:39
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02
Fev 06

TheoeTom-brincar.jpg Aqui estou, no computador, tentando minimizar uma "puta" dor... hoje eu me permito xingar a dor, porque está doendo muito.
Tive que reconhecer minha impossibilidade de continuar cuidando do gato Tom e tomei a drástica decisão de abrir mão da companhia dele. Quero lembrar que nunca escondi o privilégio que foi ter a companhia do Tom (gato mesmo, o bicho...), mas, apesar de não possuir mais o forte apelo sexual comum aos gatos (graças a uma intervenção cirúrgica simples e barata...) e de ter sido criado dentro de casa, o Tom ainda é gato SRD (mestiço  com vira-lata)... e quer sair do quintal, pois fica alucinado p/caçar os passarinhos que abundam na região onde moro... mando deixá-lo dentro do meu pequeno quintal e ele mia desesperadamente, esgotando a paciência das pessoas q contratei p/me ajudar.
É... a perda equivale a um bicho bravo e por isto estou tentando enfrentá-la.
Outrossim, eu acredito que quando qualquer tipo de sentimento nos sufoca devemos dividi-lo...

O Tom ainda está por aqui e eu ainda posso curtir aquela criatura manhosa que ronrona perto de mim...
Mas sei que os animais irracionais são responsabilidade dos humanos racionais e que, p/o Tom, é mais importante "lá fora" do que "aqui dentro".
Sei também que ele continuará sendo bem cuidado, pois vai p/a casa da minha afilhada (que sempre foi a verdadeira dona dele...) p/onde irá levando a "caminha", as tigelinhas onde come e bebe e demais objectos de uso diário.
E agora, falem comigo:
- Tchau Tom.
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3/10/2005
Janice
janice.silveira@terra.com.br
http://planeta.terra.com.br/arte/janice/


Oi, Laura!
O Tom não saiu da casa da minha afilhada (que é neta da minha irmã)... quando ela tinha 7 anos, queria um bichinho de estimação e optamos (ela e eu) por um gato.
Um pouco antes, eu soubera por um dos meus filhos que, na cidadezinha à beira-mar em que o futuro sogro dele tinha uma casa, um gato persa, numa escapadela do gatil comercial onde vivia, deixou prenha uma gata sem raça definida e o proprietário do gatil estava, num gesto generoso, cuidando da ninhada e arranjando quem quisesse ficar com os gatinhos. E ele trouxe o Tom p/a minha casa, enquanto eu esperaria pelo aniversário (8 anos) da minha afilhada, p/o qual faltava uns poucos dias. Nesse tempo eu lembrei que a mãe dela era alérgica e, sabe né? menina de 8 anos... gatinho novo... sempre fica dentro de casa e sobra pra mãe da caçula cuidar. Convencemos a menina de q o gatinho seria dela, mas que eu cuidaria dele... e cuidei por quase 8 anos... depois que ele ficou grandinho, foi devidamente castrado e andava pelo condomínio onde moro... mas ele foi crescendo e começou a achar q as dez casas do condomínio eram dele :-)))) entrava em todas e dormia nas camas, bem na hora em que os vizinhos estavam se aprontando para ir prò trabalho. Depois de algumas reclamações, decidi que ele não deveria mais sair sozinho. Mas o Tom tem fortes instintos felinos e como eu não podia sair da cama na hora em q ele acordava, ele ficava dentro de casa desesperado p/sair por aí e miava insistentemente, irritando muuuuito as pessoas q cuidam de mim e eu ficava muito estressada.
Com medo de ter um "piripac" e ficar mais "derd-derd" do que já sou:-))) resolvi doá-lo ao veterinário q atende a bicharada aqui de casa... mas ninguém atendeu o telefone na clínica. Então telefonei pra minha afilhada e a mãe dela disse que talvez viesse buscar o gato, mas que antes consultaria marido e filhos. Desligamos o telefone e eu ponderei comigo mesma: o Tom já está bem grandinho, a Ju (minha afilhada) já tem quase 15 anos... então se o Tom tiver que dormir na varanda, tudo bem.
Perto do meio-dia, a Va (comadre) telefonou avisando que viria buscar o gato e pediu que eu separasse as coisas dele.
Laura, como aquilo doeu! Nem eu mesma imaginava o quanto me apegara ao Tom. Mas há ocasiões em que é preciso "queimar a ponte" (metáfora popular) até o fim, para não poder voltar, por mais que doa.
Agora vem a parte q vc sabe...
Depois a mãe da minha afilhada veio, no final da tarde, buscar o Tom e mais tarde me contou que ele "grudou no tapete do carro", perto dela e o 'cumpadre' teve que arrancá-lo dali e fiquei imaginando o medo do bichinho... diante dessa informação, dormi mal naquela noite, com medo que ele fugisse... e, além dessa preocupação, o Theo (o siamês velho) passou a noite a procurá-lo e só dormiu aos poucos (aquele sono mal dormido)... mas no dia seguinte me senti melhor, pois telefonei pra 'cumadre' e soube que o Tom, apesar de assustado e com medo (o q considero normal) optou por dormir na lavandaria e, pela manhã, comeu e bebeu normalmente, fez xixi e cocó no lugar certo, enfim, o organismo não se alterou e, psicologicamente, ele está se ajeitando na nova família, o que significa que está sentindo condições para superar o próprio medo. Agora é só deixar a natureza fazer seu trabalho... e lá o quintal é grande, ele vai se dar bem e será feliz, na sua vidinha de gato.

"Tudo está bem quando acaba bem" e acabo de receber um e-mail com boas notícias. Veja:

Oi Tia,
Não se preocupe, que o Tom está óptimo. Hoje ele está recolhido à lavandaria e à churrasqueira por causa da chuva, mas está muito comportado.
Ontem no fim do dia ele foi conhecer em baixo da minha casa. Lá é bem limpo e seco, pois a casa é alta do chão ( quase dois metros ). Tem areia bem seca lá, e ele "vasculhou" um pouco.
Ele atende quando a gente chama. Ontem o Rodrigo deitou na rede e ele imediatamente subiu no colo dele. Quando as meninas chegaram da escola ele apareceu para " dar um oi".
Tudo está bem no front!!!
Quanto à alergia, ainda não senti nada. quando eu entro na lavandaria, fico bem pouco tempo. É só colocar as roupas na máquina e sair. Acho que não vai ter problema.
Valéria

Sabe, Laura, o tom era um gatinho bem michuruca:-))), mas ficou lindão... afinal ele é um vira-lata bem tratado.
Veja fotos no meu site: clique em ANIMAIS e viaje, como eu já viajei em três dos seus blogs.

Quanto a mim, foi melhor provocar toda essa situação, do que ficar me estressando diariamente com miados do Tom e resmungos das cuidadoras.
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5/10/2005
Janice
janice.silveira@terra.com.br
http://planeta.terra.com.br/arte/janice/

LauraBM às 01:34
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10
Abr 05

gatos_abraco2.gifSegunda-feira, o telefone tocou e era da casa de minha filha mais velha.
- Mãe, vê se você pode ajudar a gente.( minhas duas filhas)
Lá vem bomba, pensei.  rssss
- Mãe, dois gatinhos estavam aqui na porta de casa e as pessoas estavam dando chutos.
Eu os trouxe aqui pra casa. O que faço agora?

Nesse momento, lembrei de minha infância onde quase sempre voltava pra casa acompanhada de animais abandonados.
Era um desafio para os meus pais, pois não podiam ficar com os bichos, mas se comoviam ao ver meu sentimento e o olhar do bichinhos pedindo pra ficar.
Cresci amando os animais e sofria ao ver alguns rituais de matança de cabritos, galinhas, porcos, bois, coelhos etc.
Sou descendente de portugueses e mineiros e era comum ver tais cenas.
Meu pai sabendo de minha sensibilidade, procurava esconder tais factos, pois era uma tortura para o meu coração.
Nunca gostei de comer carne, mesmo não censurando quem come ou achando que estou certa.
......
Mas voltando aos gatinhos.
Os danadinhos vieram pra minha casa. Lindos de olhos azuis e a Madre Teresa, como me chamam, logo se preocupou em arrumar um cantinho pra eles ficarem.
Ah! Eram lindos e consegui uma pessoa pra ficar com eles.
Minhas duas filhas ficaram emocionadas, mas felizes porque conseguimos ajudar esses bichanos.
Quando recebi essa imagem, lembrei dessa história e resolvi enviar pra vocês.

Não incentivo uma relação doentia com os animais, mas acredito que a relação de amor com esses seres, nos deixa mais alegre e feliz.
Um beijo pra todos!
Miau..miau...
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artigo recebido via Internet, s/autoria

LauraBM às 16:42
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HOMENAGEM AO GATO

Homenagem ao mais belo e versátil animal doméstico

que JAMAIS será domesticado.

O paraíso JAMAIS será paraíso

a não ser que os meus gatos estejam lá, esperando-me.

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